O fotógrafo londrino Alan Powdrill decidiu capturar imagens de pessoas vestidas e imagens dessas mesmas pessoas despidas, sendo que todas elas são detentoras de grandes tatuagens espalhadas pelo corpo.

Este quis salientar que as tatuagens não pertencem a grupos marginais como socialmente se diz, apesar de hoje em dia o preconceito ser muito menor. Deste modo, o fotógrafo reuniu professores, advogados, economistas, funcionários de supermercado, etc. todos eles com a mesma paixão por tatuagens.

Este portefólio que o Powdrill constituiu acabou por resultar muito bem e vendo este trabalho só nos apetece dizer que: quem vê caras, não vê corpos.

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