Em Hollywood, Hedy Lamarr chegou a receber o título de “mulher mais bonita do mundo”. Mas, não foi só pela beleza que ela se celebrizou. Também a inteligência a destacou. Usando os princípios de notas musicais no piano, Hedy criou um sofisticado aparelho que causava interferência em rádios para despistar radares nazis.

A actriz patenteou o projecto em 1940 com seu verdadeiro nome: Hedwig Eva Maria Kiesler. A patente para o chamado “frequency hopping” ajudou a criar bases para tecnologias muito conhecidas de todos nós como Bluetooth, GPS e Wi-Fi (todas conexões de rede sem fio e móveis).

Mas voltemos ao dito “orgasmo”.  Em 1933, Hedy participou no filme de Gustav Machatý, Ecstasy. A película checa foi gravada em preto e branco. As cenas de nudez protagonizadas por Hedy Lamarr, que encenou momentos sem roupas ao nadar no lago ou a correr por entre as árvores, foram motivos de censura em vários países por anos.

No filme checo, Eva é uma jovem de 18 anos casada com um homem mais velho e impotente. Um dia vai andar de cavalo, resolve ir nadar nua e o animal foge com a sua roupa. Eva sai em perseguição do cavalo. Se só esta nudez seria suficiente para causar polémica, o orgasmo chocou muito mais.

Eva conhece um rapaz mais novo com quem se envolve. A cena propriamente dita apenas mostra a jovem a agarrar o tapete, o colar de pérolas a ser atirado para o chão e o seu rosto a contorcer-se de prazer. Não esquecer ainda que, para alimentar ainda mais a polémica, há um caso de adultério…

Hedy Lamarr foi casada seis vezes. Em ordem, Friedrich Mandl (1933–1937) Gene Markey (1939–1941), John Loder (1943–1947), Teddy Stauffer (1951–1952), W. Howard Lee (1953–1960) e Lewis J. Boies (1963–1965).

Ficou célebre por filmes como Argélia (1939), Flor do Mal (1946), Sansão e Dalila (1949)

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