Trinta anos e seis gerações depois, o modelo mais vendido pela Lexus a nível global com mais de 2,3 milhões de unidades, chega finalmente à Europa.

O Lexus ES é assente na nova plataforma Global GA-K e tem 4,97 metros de comprimento, 1,87 metros de largura e 1,45 metros de altura o que permite excelente habitabilidade, para todos os passageiros.
Em termos de design, a frente diferencia as versões Business e Luxury, da F Sport, nomeadamente pela configuração da grelha e da iluminação (na versão mais acessível). Os modelos F SPORT incorporam também um spoiler traseiro integrado no design da carroçaria.

A nova geração full hybrid, associa uma bateria mais compacta a um motor atmosférico de 2,5 litros a gasolina, de quatro cilindros com ciclo Atkinson e caixa CVT com uma potência total combinada de 218 cv, solução esta amplamente difundida e com créditos reconhecidos, no grupo Toyota.
Os modelos F-Sport, em estreia nesta gama ES, dispõem de vários modos de condução, Eco, Normal, Sport S, Sport S+ e Custom, onde o condutor pode vivenciar uma condução mais desportiva ou costumizada ao seu espírito de condução.
O modo Sport S+ ajusta também, os parâmetros de aceleração, transmissão, direcção e amortecedores adaptativos.

O condutor mesmo que de elevada estatura, encontra rapidamente a boa posição de condução, graças às múltiplas regulações eléctricas do banco e ainda assim deixa um espaço muito generoso para os passageiros que se sentam nos bancos traseiros.
O Lexus ES 300h dispõe também de uma generosa bagageira, acessível face ao plano do chão e com uma “janela” que permite o transporte de objectos mais compridos, tais como a cana de pesca ou mesmo os skis de inverno e respectivos batons.
A acessibilidade é óptima graças às amplas portas, no entanto o condutor terá que se esticar bastante para conseguir fechar a porta, quando esta está na sua posição de abertura máxima.
As manobras na cidade são efectuadas com graciosidade, mesmo com os quase cinco metros de comprimento, devido a uma direcção precisa e bem assistida.

Nota menos positiva para os botões escondidos no tablier, por trás do volante ou para a informação dos sensores de proximidade que é mostrada no quadrante, informação essa que acaba por ficar escondida, quando rodamos o volante em manobras. A mesma poderia estar disponível no generoso display de multimédia que está no centro do tablier. O Volante contem demasiados botões para diversas configurações, tornando a sua leitura confusa e de demorada assimilação.

A média do ensaio cifrou-se nos 6,4 L/100Kms, o que face ao peso do conjunto, tipo de condução praticada, maioritariamente citadina, se revela bastante comedida.

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