O molho picante em questão chama-se 10^32 Kelvin, e foi criado pela GE (General Eletric) em parceria com a empresa Thrillist e esteve disponível para degustação num evento fechado. Lá, os engenheiros da GE explicaram como o condimento foi feito, contando como a base de Capsaicina – composto químico retirado das pimentas e que causa a sensação de “calor” – foi utilizada para criar o denso molho alaranjado.

O trunfo, ou a desgraça de quem provar, é que o 10^32 Kelvin utiliza três vezes mais Capsaicina que os molhos tradicionais. Para chegar ao produto final, a GE combinou a Carolina Reaper e a Trinidad Moruga Scorpion, duas variedades de pimentas extremamente picantes.

Além do invólucro em vidro, esse molho também é armazenado dentro de um recipiente com o mesmo material utilizado na fabricação de jactos. O argumento para tanto cuidado, de acordo com a GE, é para manter o nível de “picante” do molho.

Como a Capsaicina não é um composto químico fácil de quantificar num molho, a GE resolveu adoptar um método científico para comprovar que o 10^32 Kelvin é o mais picante e quente que existe. Com a ajuda do cientista John Nelson, a empresa extraiu esse elemento do molho e o comparou com outros disponíveis no mercado. O resultado mostra uma diferença considerável.

Para sustentar a tese de que esse molho é o mais picante de todos, a GE baptizou-o com aquela que é considerada a temperatura mais alta que existe. Os cientistas acreditam que qualquer material que chegue a 10^32 Kelvin vai se deteriorar por conta do calor excessivo. Essa temperatura, inclusive, é bem superior àquela encontrada na superfície do Sol, o que ajuda e muito na campanha de marketing.

Só falta chegar a Portugal, para que os frangos se tornem “explosivos”…

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