A Toyota reposiciona-se no mercado com a nova gama de COROLLA que vem substituir os AURIS. Em abono da verdade, os modelos corolla nunca sairam da oferta, mas apenas estavam disponiveis no modelo que ensaiamos, o sedan. Agora voltaram com uma oferta mais completa, com o sedan, hatch e stationwagon.

O Corolla carrega uma herança de mais de 50 anos. Desde o modelo da primeira geração até ao mais recente e sempre permaneceu fiel ao seu conceito original: um automóvel de passageiros que oferece elevados níveis de qualidade, durabilidade e fiabilidade e uma experiência de condução suave que é apreciada em todo o mundo.

O novo Corolla partilha a sua plataforma com as mais recentes gerações de Prius e C-HR onde se destacam a apurada dinâmica de condução graças a uma posição de condução baixa, a um centro de gravidade rebaixado e à suspensão traseira multibraços. Por exemplo, a resposta da direção foi trabalhada para proporcionar uma melhor sensação de controlo e a suspensão traseira passou a dispor de uns recém-desenvolvidos amortecedores com nova tecnologia de fricção para proporcionar um equilíbrio ainda maior entre rolamento e comportamento.

Tudo isto somado e o desempenho dinâmico revelou-se na sua plenitude, durante o nosso ensaio, nas curvas da serra de Ossa entre as vilas alentejanas do Redondo e Estremoz, transmitindo toda a confiança para abordar as constantes curvas que nos eram apresentadas.

O conforto a bordo é excelente, com espaço para todos os passageiros viajarem de forma confortável. No entanto os passageiros de trás, caso tenham mais de 1,65 m, deverão ter cuidado redobrado ao entrar e sair porque poderão bater com a cabeça. Um detalhe de somenos, que não ensombra a restante experiência.

A média de consumo mantêm-se baixa, graças à caixa CVT, que consegue manter rotações ao nível de um diesel a rolar em estrada aberta. Na condução citadina, o empenho do motor auxiliar elétrico faz-se sentir, ajudando de sobremaneira as prestações do Corolla. Se pretendermos puxar um pouco mais pelo motor de 1800 cc, vamos sentir no ruído e no consumo, sendo que a velocidade máxima não será muito elevada.

O nosso ensaio terminou desta feita com uma média na ordem dos 6 litros por cada 100 kms, com bastante margem para melhorar

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